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Estatuto da Carreira Docente
na Região Autónoma dos Açores
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Ontem, dia 9 de Março, a Área Sindical de S. Miguel, coordenada por Clara Torres, realizou, na respectiva sede, mais uma reunião de Delegados Sindicais. Em cima da mesa, como não poderia deixar de ser, esteve a última versão da proposta de Estatuto da Carreira Docente Regional, a saber, a 4.4, emanada da SREC a 23 de Fevereiro de 2007. |
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A resenha das contrapostas que o SPRA tem vindo a apresentar no âmbito do processo negocial em curso permitiu relevar a importante acção já desenvolvida por esta estrutura sindical em prol da construção de um estatuto passível de dignificar o exercício da docência nos Açores. É disso prova inequívoca o documento norteador do trabalho concretizado nesta reunião e já disponibilizado por este sindicato na respectiva página electrónica, cuja informação, pelo facto de estar estruturada em três colunas paralelas, permite enfatizar quanto, na evolução da proposta do SREC, é fruto da pertinente e persistente argumentação apresentada pelo SPRA em sede própria. |
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Não obstante isto, os representantes dos docentes de S. Miguel concluíram que muito há ainda a fazer, porquanto a proposta de ECD Regional contém aspectos fracturantes, nomeadamente os que se prendem com a avaliação dos docentes e com o respectivo regime de faltas. Estes serão, sem dúvida, os pontos a debater com o SREC na reunião agendada para o dia 13 de Março p.f., na qual o SPRA, foi este o compromisso assumido perante os Delegados Sindicais presentes, tudo fará para defender as mais legítimas aspirações da classe que representa. |
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Se é jovem, não tem experiência;
Se é velho, está ultrapassado.
Se tem carro, chora de barriga cheia.
Se fala em tom normal, ninguém o ouve.
Se falta, é um “turista”.
Se não conversa, é um desligado.
Se não dá, não prepara os alunos.
Se não brinca, é um chato.
Se não chama, não se sabe impor.
Se o teste é curto, tira a oportunidade aos alunos bons.
Se explica muito, o caderno não tem nada.
Se usa a linguagem do aluno, não tem vocabulário.
Se o aluno passa, o professor facilitou.
A realização de um “Mês de Luta pelo Ensino Superior e pela Carreira”, incluindo, nas primeiras semanas de Maio, reuniões de docentes e investigadores em todas as instituições de Ensino Superior Público, é uma das acções que a Federação Nacional dos Professores e o Sindicato Nacional do Ensino Superior vão realizar nas próximas semanas, em resposta à difícil situação que se vive neste sector.
A decisão foi tomada no Encontro nacional de representantes e activistas das duas organizações, que decorreu no passado dia 10 de Março, no Instituto Superior Técnico (IST), em Lisboa.
As conclusões desse “participado encontro sindical” foram divulgadas e comentadas numa conferência de imprensa realizada na manhã de 15 de Março, na sede do SNESup, na Av. 5 de Outubro, em Lisboa, com a participação de João Cunha Serra e Manuel Pereira dos Santos, em representação da FENPROF e Paulo Peixoto e Teresa Alpuim, pelo SNESup.
As reuniões de Maio serão convocadas conjuntamente pelas duas organizações, ao abrigo da lei sindical, para “apreciação da situação nacional e regional” do Ensino Superior, analisando em particular os problemas concretos de cada uma das instituições. Nessas reuniões serão constituídas, “onde ainda não existam”, Comissões de Docentes e Investigadores.
Do conjunto de acções previsto para o “Mês de Luta” destacam-se ainda duas outras iniciativas de âmbito nacional: uma reunião de docentes do Ensino Superior Particular e Cooperativo e um plenário de docentes e investigadores do Ensino Superior, previsto para o final de Maio.
Além da solicitação de uma reunião com o Ministro Mariano Gago, para análise e discussão das iniciativas legislativas anunciadas e respectiva calendarização, em particular quanto à revisão das carreiras, FENPROF e SNESup vão também pedir reuniões urgentes com os presidentes do Conselho de Reitores (CRUP) e do Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos, para “troca de informações e avaliação conjunta da situação”. / JPO
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Não obstante o facto de o SPRA ser liminarmente contra a duração da carreira que o SREC quer impor aos docentes da região, esta estrutura sindical nunca deixou de se empenhar na construção de alternativas passíveis de minorar os efeitos negativos advenientes da posição irredutível assumida pelo SREC sobre este assunto.
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Assim, por considerar inaceitável que o topo de carreira docente fosse atingido para além dos 35 anos de serviço, o SPRA exigiu a revisão dos critérios a adoptar no processo de transição da carreira aprovada pelo Decreto-Lei n.º 312/98, de 10 de Agosto, para aquela cuja estrutura se encontra definida na proposta, emanada da SREC, de Estatuto da Carreira Docente na Região Autónoma dos Açores. |
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Reconhecendo a pertinência da reivindicação do SPRA, o SREC, no Artigo 6º A («Duração da Carreira») da versão 4.4 da proposta de ECD Regional, datada de 23 de Fevereiro de 2007, estipula os mecanismos a accionar com vista a garantir que qualquer docente licenciado atinja o topo da nova carreira num lapso temporal que não exceda o já sobejamente longo período de 35 anos de serviço. Tais mecanismos pressupõem a passagem mais acelerada por alguns dos escalões da nova carreira, com base num plano que o quadro a seguir apresentado pretende ilustrar. |