Início Site Página 178

5º Congresso da Internacional de Educação (IE)

A Internacional de Educação (IE) reunirá o seu 5º Congresso Mundial em Berlim, de 22 a 26 de Julho de 2007.
“Educadores – juntos por uma educação de qualidade e pela justiça social” é o lema que presidirá aos trabalhos.
Reunirá representantes das 338 organizações membros da IE, incluindo a FENPROF.

O Congresso Mundial da Internacional de Educação acontece de três em três anos e determina a política, os princípios de acção e os programas desta organização.
Para mais informações utilize a ligação http://www.ei-ie.org/congress5/en/

IX Congresso da SPCE

IX Congresso da SPCE elege como tema a “Educação para o sucesso: políticas e actores“.
O sucesso educativo, com tudo o que ele implica – qualidade dos objectivos, qualidade da aprendizagem, qualidade das políticas, competências dos actores – tem estado no cerne das preocupações da SPCE.
Privilegiando a construção do conhecimento científico sobre realidades complexas ? porque humanas e sociais -, as Ciências da Educação não deixam de ter no horizonte o propósito de intervir socialmente, de modo a contribuírem para a produção do sucesso educativo.
Para apresentar uma comunicação, deverá enviar um resumo até 1000 caracteres, contabilizando os espaços com a inclusão de título e autoria, de preferência, por e-mail para IXcongresso-spce@uma.pt até ao dia 31 de Janeiro de 2007. A comunicação deverá inserir-se não só no tema geral do Congresso, como também numa das dez temáticas que constituirão objecto de reflexão:
 
1. História(s) do sucesso educativo
2. Articulação entre níveis e ciclos de ensino
3. Educação formal e não formal
4. Pedagogia do ensino superior
5. Educação e tecnologias
6. Educação e interdisciplinaridade
7. Educação, Regiões e Autarquias
8. Políticas educativas e curriculares
9. Formação de educadores e professores
10. Escola, família e comunidades

A confirmação da aceitação da comunicação será enviada pela Comissão Organizadora até ao dia 28 de Fevereiro de 2007. O texto definitivo para publicação nas actas deverá ser entregue até 31 de Março de 2007. Os textos das conferências e comunicações, a publicar nas Actas do Colóquio, deverão ser apresentados de acordo com as normas de formato APA:
http://www.crk.umn.edu/library/links/apa5th.htm.

Para mais informações ou efectuar inscrições utilize a ligação http://www.uma.pt/dce/IXCongressoSPCE/index.html

ECD em foco na revista “Pontos nos ii”

Em rota de colisão

Os modelos de avaliação do desempenho e promoção por mérito dos professores, consignados na proposta de alteração do Estatuto da Carreira Docente (ECD), têm gerado grande polémica e estão longe de ser consensuais. Uma manifestação de docentes, a 5 de Outubro, levou à rua um número já inusitado de professores, lembra a  “pontos nos ii”, revista mensal de política educativa.

Professores e a proposta – intitulada formalmente Estatuto da Carreira Docente da Educação Pré-Escolar e dos Ensinos Básicos e Secundário – do ministério liderado por Maria de Lurdes Rodrigues está desenhada de um modo que torna difícil prever um fim, sendo certo que 150 mil professores serão afectados, destaca aquela publicação no seu número de Novembro.

A pontos nos ii analisou os documentos e ouviu especialistas sobre esta matéria. Um trabalho detalhado, com todas as explicações possíveis, e histórias de vida de três gerações de docentes. Entre o medo, a indignação e a mudança.

 
———————————————————–
 
Breve Descrição: A revista Pontos nos ii é um órgão de comunicação social especializado na área da Educação em todas as suas vertentes. Dirigida pelo Prof. Santana Castilho, um especialista neste sector, a Pontos nos ii pretende isso mesmo: colocar as coisas no seu devido sítio, com clareza, rigor, independência e eficácia comunicacional.
A dinamização dos debates das grandes questões nacionais, com voz para todas as opiniões, sem que isso signifique submissão ou abandono de opções próprias, é o objectivo a prosseguir, no interesse de todos quantos se preocupam com a Educação: pais e alunos, professores e auxiliares de acção educativa.
Sendo o futuro feito pelos mais jovens, a Educação e o Ensino são factores essenciais que devem ser amplamente discutidos, no respeito por princípios e valores de dignidade e honestidade.

Para mais informações aceda a http://www.pontosnosii.pt/

Greve nacional de professores e educadores

EXIGIMOS RESPEITO PELOS EDUCADORES E PROFESSORES, PELA PROFISSIONALIDADE DOCENTE  E PELAS SUAS ESTRUTURAS REPRESENTATIVAS

Na linha da frente da acção sindical está a defesa da dignidade pessoal e profissional dos docentes, de uma Escola Pública de qualidade, inclusiva, para todos e da democratização qualitativa da Educação e do Ensino.
De forma inacreditável, o Ministério e a Secretaria da Educação não olham a meios para atingir fins, utilizando um discurso de desvalorização da imagem social dos professores, pondo em causa a sua dignidade e a sua profissionalidade, dizendo que ganham muito, trabalham pouco, faltam demais, que têm imensas férias, que são uns privilegiados, que a sua falta de dedicação e competência é responsável pelos altos níveis de insucesso e abandono escolares, etc, etc.
Estrategicamente tentam a inoperacionalidade dos Sindicatos, procurando calar a sua voz, neutralizar a sua acção e destruir as suas estruturas, numa atitude contrária à Constituição da República Portuguesa, que defende o aprofundamento da democracia participativa, atitude só compreensível no quadro de uma ofensiva, sem precedentes, aos direitos dos educadores e professores, procurando eliminar toda e qualquer capacidade de reacção dos docentes, através da aniquilação  das suas estruturas representativas.
Este ataque injusto e culpabilizador dos docentes, associado a uma atitude prepotente, anti-negocial, anti-democrática e usurpadora de direitos, vai merecer uma resposta firme e determinada de contestação a esta política da Ministra e do Secretário da Educação, através de uma grandiosa greve que se realizará no próximo dia 18 e que mereceu a convergência de esforços dos Sindicatos filiados na Internacional de Educação, nomeadamente da FENPROF.
Vamos todos mostrar um cartão amarelo ao Governo, de modo particular aos titulares da  pasta da Educação, fazendo com que sintam o nosso descontentamento, a nossa indignação e a nossa revolta, lembrando que foi a classe trabalhadora que os colocou no poder.
No dia 18, vamos, mais uma vez, dizer NÃO a esta política despudorada de ataque à classe docente, da qual muito depende o futuro de Portugal.

O que eles não dizem…

 
 

O que eles não dizem…

 

A semana que passou, marcada pela vigília dos professores, pela entrega na 5 de Outubro de um documento com 65.000 assinaturas, de repúdio pelas propostas do Ministério da Educação, e pela greve dos estudantes, não foi, tão-só, “mais uma jornada de luta”, que se somou à manifestação e à greve precedentes. A semana que passou patenteou, sobretudo, que o descontentamento e a agitação social se apossaram das escolas e começam a ser insustentáveis, face ao prejuízo imenso que repercutem no ensino e na educação dos alunos.

O país tem hoje dois problemas de monta. Um é substancial e de natureza económica e financeira: na educação, na saúde, na segurança social, na reforma do Estado, tudo se reduz a cortar, subtrair, nivelar por baixo. O outro é existencialista e de natureza patológica: na mente de alguns aninhou-se a missão de salvar a Pátria, albergou-se a verdade única e a convicção de que, em nome da “esquerda moderna”, vale tudo.

Os que, como eu, pensam que a solução da crise económica é incompatível com uma política fundamentalista de anulação, em anos, de um défice que se engordou em décadas, admitem, com tolerância, que as regras europeias (com que não concordam) e a competitividade feroz do mercado global (que não apreciam) imponham modificações dolorosas para sanear as contas públicas. Mas não admitem que a factura seja paga apenas pelo trabalho e isente o capital; que as modificações sejam impostas e não negociadas; que a manipulação sem pudor dos números seja usada para fomentar a inveja e o ódio contra classes profissionais honestas; que a débil informação da generalidade dos portugueses seja demagogicamente aproveitada para lhes “comer as migas na cabeça”. O que se segue fundamenta o que acabo de escrever. Os visados que desmintam, se forem capazes.

1. Nos últimos tempos disse-se, citando a OCDE e para os denegrir, que os professores portugueses eram dos mais bem pagos da Europa. O que permitiu a notícia, glosada até à náusea, foi um gráfico que se refere apenas aos professores do secundário com 15 anos de serviço, em função do PIB por habitante, que é dos mais baixos da Europa. Na mesma página, logo por cima do gráfico utilizado, está outro, bem mais relevante, que ordena os professores em função do valor absoluto do salário. E nesse, num total de 31 países estudados, os professores portugueses ocupam a 20.ª posição! Mas não se disse que um estudo encomendado pelo Ministério das Finanças a uma consultora internacional (é moda agora adjudicar a consultoras externas e pagar-lhes a peso de ouro aquilo que os técnicos dos serviços sabem fazer) concluiu, e por isso foi silenciado, que os funcionários públicos ganham, em média, muito menos do que ganhariam se fizessem o mesmo trabalho para um patrão privado. E estamos a falar de diferenças que são, diz o estudo, de 30, 50, 70 ou mais que 100 por cento, em desfavor do funcionalismo público. Isto não se disse! As cerca de 300 páginas deste estudo estão, prudentemente, silenciadas na gaveta de Teixeira dos Santos.

2. Igualmente silenciados, porque não convém que se diga, estão os dados do Eurostat que mostram a inutilidade das medidas da ministra da Educação para a área: o abandono escolar precoce passou dos 38,6 por cento do ano passado para os 40 por cento deste ano, enquanto diminuiu por toda a Europa.

3. José Sócrates disse no Parlamento, qual justiceiro-mor que não ataca só os que pouco podem, que determinaria a inspecção obrigatória das empresas que declarassem prejuízos superiores a um milhão de euros, relativos a operações de reestruturação societária. Mas não disse… que isso já está na lei vigente e não passa, pois, de mero fogacho. Na mesma altura, disse ainda ir propor legislação destinada a obrigar os bancos a explicarem que manobras de planeamento fiscal estão a preparar. Mas não disse…, mais uma vez, que não estava a descobrir a pólvora, porque a lei actual já permite obstar a manobras que se destinem à simples obtenção de vantagens fiscais, assim tenha coragem de a aplicar. E, mais importante, não disse o óbvio, isto é, quando vai fazer legislação sem buracos e quando cumprirá a reforma do sigilo bancário que, segundo prometeu, já devia estar feita.

Digo eu que estes expedientes cansam! “

Santana Castilho, in jornal Público, 20/11/2006

 

ECD APROVADO PELO GOVERNO PODERÁ CONTER NORMAS CONTRÁRIAS AO QUE M.E. ASSUMIRA NO PROCESSO DE REVISÃO

ECD APROVADO PELO GOVERNO

PODERÁ CONTER NORMAS CONTRÁRIAS

AO QUE M.E. ASSUMIRA NO PROCESSO DE REVISÃO

 

A versão final de ECD aprovada em Conselho de Ministros na quinta-feira, dia 23 de Novembro, só foi enviada às organizações sindicais, pelo M.E., às 21.30 horas da véspera.

Por esta razão, entre um momento e outro, não foi possível verificar se o conteúdo dessa versão correspondia ao que tinha sido negociado e assumido nas reuniões de negociação suplementar, realizadas em 16 e 20 de Novembro. Agora, lida esta última versão, a FENPROF já detectou dois compromissos que foram desrespeitados, daí decorrendo graves prejuízos para muitos milhares de docentes.

1.     CONTAGEM DE TEMPO DE SERVIÇO PRESTADO NA ACTUAL CARREIRA

Nas versões de 15 e 19 de Novembro, o ME incluía um ponto 16, no artigo 10º do regime transitório, pelo qual se reconhecia que todo o tempo prestado em qualquer escalão da actual carreira seria contabilizado para efeitos de progressão e acesso na nova estrutura de carreira.

Na versão final, a que terá sido remetida para Conselho de Ministros, esse ponto foi transferido para o artigo 11º (ponto 5), o que significa que apenas se aplica aos docentes que se encontrem nos 8º e 9º escalões. Estamos perante uma situação de evidente desigualdade entre professores e uma profunda injustiça que levará a que sejam ainda maiores as perdas de tempo de serviço.

2.     ACESSO DOS DOCENTES DO 10º ESCALÃO À CATEGORIA DE TITULAR

O Ministério da Educação assumiu, na negociação suplementar, que o facto de os docentes do 10º escalão poderem aceder a titulares, sem se sujeitarem à existência de vagas, em nada teria influência na dotação de 1/3 a estabelecer para essa categoria. Ou seja, seriam lugares fora dessa dotação.

Afinal, o ponto 3 do artigo15º do regime transitório, refere precisamente o contrário, ao deixar explícito que o provimento destes docentes (do 10º escalão) se faz ?em lugar da categoria de professor, automaticamente convertido em lugar da dotação de professor titular, a extinguir quando vagar?. Ora, a dotação da categoria de titular é de 1/3, conforme estabelece o ponto 3 do artigo 26º, o que significa que, em inúmeras escolas, essa dotação ficará preenchida, ou próxima disso, com os docentes do 10º escalão, o que contraria as palavras dos responsáveis do ME nas ?negociações?.

Face a estas profundas diferenças entre o que foi garantido em negociação e o que consagra a versão final de ECD, a FENPROF apresentará, ainda hoje, um veemente protesto junto do ME, solicitará os devidos esclarecimentos sobre as razões destas diferenças e exigirá que sejam tomadas as medidas indispensáveis à sua correcção.

A FENPROF admite não estar perante uma situação de má-fé dos responsáveis ministeriais, podendo, as diferenças detectadas, decorrer, apenas, da incompetência técnica do legislador. Seja como for, é necessário alterar estas normas antes da publicação em Diário da República, sob pena de, independentemente da causa, a consequência ser gravíssima e desrespeitadora dos compromissos assumidos pelo ME.

                                                                                      O Secretariado Nacional

Projecto “Viver os Direitos Humanos”

Projecto “Viver os Direitos Humanos”
O Projecto “Viver os direitos humanos”, a realizar no ano lectivo em curso, é uma parceria entre a DGIDC e a Secção Portuguesa da Amnistia Internacional (AI), que pretende envolver escolas do ensino básico e secundário que tenham Clubes, Núcleos ou Oficinas a trabalhar na área dos direitos humanos e da cidadania.

As escolas podem inscrever-se mediante a validação de utilizador (código GIASE) e respectiva palavra-chave.

Pedagogia 2007

Pedagogia 2007 em Havana

de 29 de Janeiro a 2 de Fevereiro

Educação ambiental para um desenvolvimento sustentado; promoção e educação para a saúde em meio escolar; investigação na área das ciências da educação; alfabetização e educação de jovens e adultos; formação inicial e contínua do pessoal docente; educação física, desporto e desenvolvimento social; ensino superior – estes são apenas alguns dos temas centrais do Congresso Pedagogia 2007, a realizar na capital cubana de 29 de Janeiro a 2 de Fevereiro próximos.

Já na sua 10ª edição, o Pedagogia reunirá milhares de educadores e professores de todo o Mundo, com presença acentuada de delegados da América Latina e Caribe, num dinâmico espaço de debate e de troca de experiências, com valiosos contributos para o desenvolvimento de uma educação de qualidade para todos, apontada à construção de um futuro de progresso.

O Congresso é organizado pelo Ministério da Educação de Cuba, com a colaboração de numerosas entidades internacionais, como a UNESCO, a UNICEF, a Organização dos Estados Ibero-Americanos, a Associação de Televisão Ibero-Americana e o Conselho de Educação de Adultos da América Latina.

O programa científico do Pedagogia 2007 inclui um diversificado conjunto de propostas, contemplando, entre outras actividades, conferências temáticas especiais, simpósios e fóruns de debate. A dinamização estará a cargo de especialistas e investigadores de reconhecido mérito internacional.
O programa inclui ainda a realização de cursos (antes e durante o evento) e visitas a instituições de ensino, científicas e culturais da capital.

Nos custos da inscrição e no momento da acreditação para o Congresso, está incluída uma visita a um daqueles centros. Está igualmente prevista uma exposição permanente no Palácio das Convenções, uma gala cultural (31 de Janeiro) e uma sessão de encerramento no dia 2 de Fevereiro.

A anterior edição do Pedagogia, realizada em 2005, reuniu em Havana 5395 participantes. / JPO

 

Os educadores, professores e investigadores portugueses interessados em participar no Pedagogia 2007 devem contactar com a maior brevidade possível Elisabeth Rodriguez: Best Cuba, CBN Viagens e Turismo, Lda, CC Olivais Shopping, Loja 104, Rua Cidade de Bolama, Lote 23, 1800-079 Lisboa, telef.-  218 550 884 , fax –  218550888; telem.- 963902726; e-mail: olivais.elizabeth@besttravel.pt

PROGRAMA TURÍSTICO

Hotel                                                               Duplo                                    Single

Nacional *****                                                  1.315                                      1.495

Melía Cohíba *****                                          1.335                                      1.630

Melía Habana *****                                         1.230                                      1.465

Habana Libre *****                                         1.230                                      1.465

Plaza ****                                                          1.130                                      1.280

Inglaterra ****                                                  1.130                                      1.280

Riviera ****                                                       1.120                                      1.260

Occidental Miramar ****                                 1.130                                      1.285

Chateau Miramar ****                                     1.150                                      1.270

Panorama ****                                                  1.150                                      1.285

Comodoro ****                                                 1.095                                      1.195

Vedado ***                                                         1.025                                      1.095

St. Johns ***                                                     1.025                                      1.095

Neptuno/Triton ****                                          1.045                                      1.125

Lincoln ***                                                            995                                       1.065

Kholy/Bosque ***                                                995                                       1.095

O preço inclui:

  • Voo regular Lis-Mad-Hav-Mad-Lis (ou Porto)
  • Transferde chegada para o hotel
  • 7 noites de alojamento com pequeno-almoço em hotel seleccionado
  • Transporte diário hotel/Palácio das Convenções/hotel
  • Transferde saída para o aeroporto
  • Assistência
  • Seguro de Viagem 

O preço não inclui:

  • Taxas de aeroporto e combustível (+/- 147)
  • Visto de Cuba (35)
  • Taxa de Cuba (25 C.U.C)
  • Inscrição no evento

FAZENDO O PAGAMENTO DO SINAL (EQUIVALENTE A 30% DA TOTALIDADE DA VIAGEM) ANTES DE 27 DE NOVEMBRO CONTARÁ COM UM DESCONTO DE 75  EUROS POR PESSOA.

 

PROGRAMA GERAL

Cursos pré-evento
29 de Janeiro

Cursos paralelos ao evento
30 de Janeiro ao 1 de Fevereiro

Abertura
29 de Janeiro

Conferências especiais
30 de Janeiro ao 2 de Fevereiro

Simpósios e foros
30 de Janeiro ao 2 de Fevereiro
Incluem: teleconferências, conferências temáticas, mesas-redondas
painéis, oficinas, apresentação de posters

Visitas a centros educacionais
30 de Janeiro ao 1 de Fevereiro

Exposição permanente
30 de Janeiro a 2 de Fevereiro

Projecção de vídeos e documentários
30 de Janeiro ao 2 de Fevereiro

Gala cultural
31 de Janeiro

Sessão de encerramento
2 de Fevereiro

Idioma oficial
Espanhol

QUOTAS DE INSCRIÇÃO NO CONGRESSO  

·         Delegado          150.00 CUC

·         Acompanhante   80.00 CUC

Inclui:
Delegado: credencial, participação nas sessões científicas do evento, cerimónias de abertura e encerramento, gala cultural, uma visita a um centro educacional, certificado de assistência, pasta com documentação (programa científico, CD-ROM, outros materiais), certificado de assistência e certificado de autor ou co-autor por cada trabalho apresentado.
Acompanhante: credencial, participação nas cerimónias de abertura e encerramento, gala cultural e visita a um centro educacional.


CURSOS

A quota de inscrição para cada curso será de 20.00 CUC. Inclui material do curso e certificado de participação (8 horas).

FORMAS DE PAGAMENTO

A quota de inscrição pode pagar-se já em Havana, no Palácio de Convenções, a partir das 9 horas de domingo, dia 28 de Janeiro (até às 16h30), ou na manhã de 29; nesse momento poderá seleccionar e inscrever-se num dos cursos organizados.
Em Cuba, a moeda oficial, Peso Conversível Cubano (CUC), pode adquirir-se logo na chegada a Cuba no Aeroporto Internacional “José Martí”, também nos hotéis, bancos e casas de câmbio (CADECAS), a partir as seguintes moedas: euro, dólar canadense, dólar americano, libra esterlina, franco suíço e yen, de acordo com a mudança internacional do dia respeito ao dólar norte-americano. Aceitam-se os cartões de crédito VISA, MasterCard, EUROCARD, CABAL, sempre que a casa matriz não seja norte-americana.

NORMAS DE APRESENTAÇÃO DOS RESUMOS, TRABALHOS E POSTERS

O Comité Científico reserva-se o direito de aceitar ou não os trabalhos apresentados, de acordo com a avaliação que se faça dos mesmos. A aceitação ou rejeição do trabalho será divulgada oportunamente aos autores, mediante carta assinada pela Presidente do Comité Científico.
Para que possa ser considerada a inclusão do trabalho no evento, pelo menos um dos autores deverá estar acreditado.
Os resumos e os trabalhos devem ser apresentados em suporte informático, como documento Microsoft Word (97, 2000 oh XP), página A4 e fonte Arial 12, em espanhol.

Data final de entrega dos resumos: 29 de Dezembro de 2006.

Em destaque