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Congelamento das carreiras prolonga-se até ao final de 2008

 

Os funcionários públicos vão continuar, durante o próximo ano, a ter as progressões de carreira congeladas, prolongando uma situação que se verifica desde Junho de 2005 e que tinha sido anunciada pelo Governo como transitória até que a reforma do regime de carreiras e remunerações estivesse concluída.

Apesar da aplicação do novo regime estar prevista para o início do próximo ano, a verdade é que, de acordo com a proposta entregue pelo Governo aos sindicatos, para que um funcionário consiga, da forma mais rápida, uma melhoria da sua posição remuneratória na carreira, precisa que as chefias lhe atribuam uma classificação de “excelente” na avaliação, e esta avaliação apenas irá começar a decorrer a partir de 1 de Janeiro de 2008, quando as novas regras estiverem a vigorar. As primeiras subidas no posicionamento remuneratório dos funcionários públicos apenas irão ocorrer, assim, em 2009, quando já forem conhecidas as notas referentes ao ano de 2008.

E mesmo em 2009, ano de eleições legislativas, poucos serão os funcionários beneficiados com as progressões. A atribuição de uma classificação de “excelente” está limitada a cinco por cento dos funcionários de cada serviço e também condicionada à existência ou não de disponibilidade orçamental no respectivo serviço.

Quando em Junho de 2005 decidiu aplicar o congelamento das progressões, o Governo, na altura com Luís Campos e Cunha à frente do Ministério das Finanças, garantiu que a medida apenas estaria em vigor até que o processo de revisão das carreiras na função pública estivesse concluído. A conclusão da reforma estava, numa fase inicial, prevista para o final de 2006, mas o processo acabou por decorrer de uma forma mais lenta. Agora, com as alterações legislativas já a entrar numa fase decisiva, tudo aponta para que no final deste ano tudo esteja concluído.

Controlo da despesa

Para já, o congelamento das progressões constituiu uma ajuda preciosa ao controlo das despesas da administração pública com pessoal. De acordo com as estimativas do próprio Governo, a poupança garantida com a aplicação desta medida foi de 140 milhões de euros em 2005 e de 400 milhões de euros em cada um dos dois anos seguintes.

No reverso da medalha está a situação financeira dos funcionários públicos, que, para além de contarem com aumentos salariais de tabela inferiores à taxa de inflação, se viram impossibilitados de conquistar uma posição remuneratória mais favorável. Nobre dos Santos, coordenador da Frente Sindical da Administração Pública (Fesap), afirma, perante a expectativa de continuação do congelamento, que “continua a perda de poder de compra dos trabalhadores, que estão a pagar a consolidação das finanças públicas”.

José Sócrates, numa recente entrevista à RTP, falou da questão. “Os funcionários públicos têm razão. No anterior Governo viram os salários congelados, agora a progressão nas carreiras. Isto não pode continuar e para o ano temos que negociar com os sindicatos”, garantiu.

Prémios em 2008

De acordo com a proposta de reforma das carreiras, vínculos e remunerações na administração pública, a alteração que poderá, já para o ano, beneficiar os funcionários é a atribuição de prémios de desempenho. O valor desses prémios deverá estar situado entre sete e dez por cento dos salários e apenas poderá ser recebido por quem, durante o presente ano e de acordo com as actuais regras, obtenha uma pontuação máxima na sua avaliação.

Mesmo quando, em 2009, os funcionários públicos voltarem a ter a possibilidade de melhorar o seu posicionamento remuneratório na carreira, já não se poderá voltar a falar de “progressões automáticas”. Este termo era utilizado para caracterizar um sistema que, na prática, garantia que todos os funcionários conseguissem de forma regular subir degraus na sua carreira e categoria. A regra estabelecia que, a cada três anos de classificações consecutivas de “muito bom”, o funcionário tivesse direito a uma progressão. Este facto, combinado com uma prática generalizada de atribuição de notas positivas a todos os funcionários, levava a que as progressões se tornassem “automáticas”.

SPRA Informação n.º 32

Julho de 2004

Mais de 120 mil pessoas “pela mudança de políticas”

 

Entre 120 mil e 150 mil pessoas, segundo as contas da PSP e da CGTP-IN, participaram na manifestação contra a política laboral do Governo, que decorreu (2/03/2007) no centro de Lisboa.

A CGTP-IN optou por fazer duas grandes concentrações para esta manifestação – uma do sector público e outra do sector privado. Enquanto os trabalhadores do sector privado se concentraram junto à sede da Confederação da Indústria Portuguesa (CIP), na zona do Saldanha, os funcionários públicos escolheram os Restauradores como ponto de partida.

As duas frentes juntaram-se depois, rumo à Assembleia da República, sob o lema “Juntos pela mudança de políticas”.

 

Público/Lusa, 2/03/2007

SPRA Informação n.º 33 e 34

Setembro / Outubro de 2004

Junho – Mês da Criança no Museu Carlos Machado

OMuseu Carlos Machado tem o prazer de convidar, no dia 1 de Junho, pelas 18h, para a inauguração da mostra de brinquedos Era Uma Casa Muito Engraçada na sala de exposições temporárias da BPARPD (a entrada será pelo Núcleo de Arte Sacra – Igreja do Colégio). E, no dia 2 de Junho, pelas 21:30h, no auditório da BPARPD, para a comunicação a realizar pelo Prof. Lincoln Justo da Silva Jogos e Brinquedos na Vida dos Nossos Filhos seguida de debate.

Serviço Educativo

Núcleo de Arte Sacra do Museu Carlos Machado

Ateliers de construção de Brinquedos

Escolas – Pré-escolar, 1º e 2º Ciclo

Terças-feiras das 10:30h às 12h

Quintas-feiras das 14:30h às 16h

Sábados das 14:30h às 16:30h

Ateliers para famílias

Dia 30 de Junho – Feira do Brinquedo Usado

Das 10.30h às 18:30 h – no Teatro Micaelense

Inscrições a partir de 8 de Junho – no Museu Carlos Machado ( tel. 296 283814) e/ou Teatro Micaelense ( tel. 296 308340)

Agressões a professores

Os professores ingleses foram vítimas de 221 agressões no ano lectivo 2005/06, segundo dados da Comissão de Saúde e Segurança do Reino Unido. O que significa pouco mais de metade das ocorrências registadas em Portugal (380). De notar que em Portugal há cerca de 150 mil docentes, contra os 420 mil que trabalham nas escolas inglesas.
 
Diário de Noticias – 01/03/2007

SPRA Informação n.º 29 e 30

Abril / Maio de 2004

SPRA Informação n.º 28

Março de 2004

jjh

GREVE GERAL – 30 de Maio 2007

 
 

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