Quinta-feira, Abril 30, 2026
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Campanha SOS Cagarro 2006

 

A Campanha SOS Cagarro existe nos Açores há cerca de 11 anos, tendo como objectivo envolver as pessoas no salvamento dos cagarros juvenis junto às estradas e na sua proximidade, particularmente aqueles condutores que circulam em áreas onde ocorrem regularmente cagarros.

Alguns dos Cagarros juvenis salvos nos Açores há mais de 7 anos já regressaram ao nosso arquipélago para acasalar e ter as suas crias.

 

Porque é tão importante participar na conservação dos Cagarros dos Açores?

São várias as ameaças à conservação desta espécie:

   – a destruição do habitat de nidificação, através da introdução de plantas e animais exóticos, do crescimento urbano e da rede de estradas litorais;

   – a captura e morte de adultos e crias para obtenção de isco, para alimentação ou por vandalismo;

   – a elevada mortalidade, na época do Outono, associada ao atropelamento e colisão de cagarros juvenis em estradas e localidades.

Apesar dos Açores possuírem a maior população mundial da subespécie Calonectris diomedea borealis, a população europeia de cagarros encontra-se em estado de conservação desfavorável e tem vindo a decrescer nas últimas décadas.

Sindicatos da Administração Pública marcam Greve para 30 de Novembro

 
 
 
 
Por vezes, procurando condicionar o direito à Greve, alguns serviços e/ou dirigentes da administração educativa informam incorrectamente os educadores e professores sobre os procedimentos a adoptar em dia de Greve. Para que não restem dúvidas sobre a forma de aderir à Greve e as suas consequências, consulte este documento.
Materiais de Divulgação

PRÉ-AVISO

DE GREVE

As três estruturas sindicais da Função Pública vão levar a cabo esta acção de luta convergente para protestarem contra o aumento de 2,1 por cento determinado pelo Governo para a actualização dos salários em 2008, contra a redução das pensões de aposentação, pelo direito a um emprego com direitos e pela manutenção do vínculo de nomeação definitiva, contra a imposição da mobilidade especial a milhares de trabalhadores (supranumerários) e por horários adequados às exigências que se colocam à profissão.

 

 
 
 
 
 

Ranking das Escolas SIC 2007

Versões para download:

Ranking 2007 completo
Ranking 2001 – 2006 completo

 
Ranking das Escolas SIC 2007
 
Para ocupar a primeira posição no ranking da SIC é preciso ter a melhor média dos exames nacionais do ensino secundário às doze principais disciplinas, desde que na escola se tenham realizado, pelo menos, 100 exames.
Pos. Escola Concelho Pub/Pri Média
1 Colégio São João de Brito Lisboa Privada 13,96
2 Colégio de Manuel Bernardes Lisboa Privada 13,91
3 Escola Técnica e Liceal Salesiana Santo António (Estoril) Cascais Privada 13,43
4 Colégio Moderno Lisboa Privada 13,40
5 Escola Secundária Infanta D. Maria Coimbra Pública 13,34
6 Colégio Valsassina Lisboa Privada 13,30
7 Colégio do Sagrado Coração de Maria Lisboa Privada 13,26
8 Colégio Oficinas de São José Lisboa Privada 12,85
9 Colégio de Santa Doroteia Lisboa Privada 12,81
10 Colégio Internato dos Carvalhos V N Gaia Privada 12,74
494 Esc EB 2,3 Dr. José Casimiro Matias Almeida Pública 6,81
495 Esc EB 2,3 de Ribeira de Pena Ribeira de Pena Pública 6,71
496 Esc EB 2,3/S de Nordeste Nordeste Pública 6,60
NOTA: O ranking da SIC considera apenas os exames mais representativos (às 12 disciplinas com mais exames realizados por alunos internos, em todo o país, na 1ª e na 2ª fase de exames do Ensino Secundário – que incluem exames finais realizados no 12º ano e agora também no 11º ano); este ano foram consideradas as 12 disciplinas com mais de 2.000 exames realizados por alunos internos e as escolas onde, somadas as 12 disciplinas mais relevantes, foram realizados pelo menos 100 exames (com este critério – que segue há sete anos – a SIC procura evitar que os rankings sejam condicionados por resultados obtidos por um escasso número de alunos).
http://sic.sapo.pt/online/noticias/vida/especiais/ranking2007/

OS PROFESSORES CONTRATADOS SÃO VÍTIMAS,…

OS PROFESSORES CONTRATADOS SÃO VÍTIMAS, NÃO APENAS DA POLÍTICA EDUCATIVA, MAS, TAMBÉM, DA POLÍTICA GLOBAL DO GOVERNO DE ATAQUE À FUNÇÃO PÚBLICA E ÀS FUNCÕES SOCIAIS DO ESTADO

 

A inquietação que se vive na classe docente a todos os níveis, com elevada expressão nos docentes contratados, resulta, não só da política educativa, que tem merecido a mais profunda contestação das organizações sindicais, mas também da política global do Governo que a enquadra, onde releva o ataque à Função Pública e às funções sociais do Estado.

 

Tem sido notória a preocupação do Governo em reduzir a despesa pública, procurando, por várias formas, o desmantelamento de serviços públicos ou a sua privatização, a par de uma política de “emagrecimento” do Estado, através da redução do número de funcionários públicos, cuja meta aponta para os 75000 no final da legislatura. Assiste-se a um conjunto de medidas que visam esse propósito, nomeadamente os regimes de mobilidade, os supranumerários e até a consagração de verbas, no orçamento de Estado para 2008, destinadas ao pagamento de um determinado montante para quem pretenda, de forma voluntária, sair da Administração Pública.

 

Para este Governo de Sócrates as funções essenciais do Estado resumem-se à Defesa, à Segurança, a alguns sectores da Justiça e a pouco mais. Educação, Saúde, Segurança Social e outras áreas deixaram de ser consideradas como tal. Por outro lado, há um conjunto de Reformas em curso no âmbito da Administração Pública, a entrar em vigor no próximo ano, que visam a alteração do regime de vínculos, carreiras e remunerações, com o objectivo de reduzir, ao máximo, os vínculos ao Estado que conferem aos trabalhadores a qualidade de agentes da Função Pública. Por isso, o vínculo de nomeação passará a ser exclusivo daqueles sectores que desempenham as funções do Estado consideradas essenciais, ficando as restantes funções públicas a ser desempenhadas em regime de contrato de trabalho a termo indeterminado ou a termo resolutivo, certo ou incerto.

 

É esta a razão pela qual docentes e demais contratados, que antes celebravam contratos administrativos, o que lhes conferia a qualidade de funcionários ou agentes, vão passar a realizar contratos a termo resolutivo que não lhes conferem essa qualidade, sendo esta uma forma artificial de o Governo deixar de os contabilizar como funcionários públicos.

 

É contra esta política global do Governo de destruição da Função Pública, que depois condiciona toda a política sectorial ao nível da Educação, Saúde, etc, que nos temos insurgido. Em conjunto com a FENPROF e com a CGTP-IN, têm-se realizado greves, vigílias, cordões humanos, além de múltiplas, significativas e grandes manifestações como a que vamos realizar novamente amanhã, dia 18 de Outubro, em Lisboa, onde se espera que milhares de professores e demais trabalhadores dos sectores público e privado se juntem na contestação a esta política que faz crescer a precariedade do trabalho e o aumento do desemprego, particularmente entre os jovens licenciados.

 

A partir de 1 de Janeiro de 2006, mais nenhum funcionário público se pôde inscrever na Caixa Geral de Aposentações. Todos os que entraram e vierem a entar para os Quadros terão obrigatoriamente de o fazer no Regime Geral da Segurança Social e só a estes, na qualidade de agentes da Função Pública, é permitido também inscreverem-se na ADSE, mediante o pagamento de uma taxa suplementar para o efeito. Todos os contratados, incluindo os docentes, com esta alteração do regime de vínculos, carreiras e remunerações, ficam impedidos de o fazer, enquanto não conseguirem um lugar do Quadro.

 

Na Região, o Secretário Regional da Educação e Ciência querendo levar, mais uma vez, a dianteira, mesmo nos aspectos penalizadores, apressou-se a introduzir no ECD a figura do Contrato a Termo Resolutivo como uma exigência para todos os contratados, por considerá-la uma inevitabilidade. Apesar da nossa discordância, conseguimos, ao menos, salvaguardar que, no âmbito do regime de férias, faltas e licenças, as regras fossem iguais para todos os docentes, independentemente de serem contratados ou do quadro. Isto significa que, por exemplo, um docente contratado que esteja na situação de baixa médica, em termos de Segurança Social, não tenha direito a que lhe sejam abonados os primeiros três dias, sendo penalizado nos restantes em 40% do seu vencimento. Como para a Função Pública as regras são outras, sendo os funcionários penalizados em 1/6 do seu vencimento nos primeiros 30 dias, os docentes contratados a termo resolutivo, uma vez que vão continuar a manter os mesmos direitos em matéria de férias, faltas e licenças, caso recebam menos do que aquilo a que teriam direito os restantes colegas do quadro, irão ser reembolsados pela unidade orgânica no respectivo diferencial. O mesmo se passa em relação à licença por maternidade, em que o regime da Segurança Social é menos vantajoso do que o da Função Pública, devendo tal aplicar-se-lhes.

 

Apesar de reconhecermos que a situação dos docentes contratados é muito injusta, dada a discriminação que promove entre pessoas que trabalham para a mesma entidade patronal – o Estado -, sabemos quão difícil é combater a política de um Governo alicerçado numa maioria absoluta, mas não abdicaremos de lutar, nem nos deixaremos vencer pela adversidade.

 

A nossa preocupação em relação aos docentes contratados tem sido também evidente relativamente a todas as orientações políticas, quer nacionais quer regionais, que têm contribuído para piorar as suas condições de trabalho e aumentar o desemprego. São prova disso o agravamento do horário de trabalho, o aumento do número de alunos por turma, o retardar do direito às reduções da componente lectiva, a introdução do horário acrescido na Região, entre outras medidas que, somadas à redução da população escolar, têm aumentado o número de horários zero dos educadores e professores do quadro e dispensado aqueles que se encontravam em regime de contratação.

 

Entendemos que, num país que mantém um enorme défice em matéria de educação, quando comparado com os nossos parceiros europeus, é urgente uma política que absorva os recursos humanos qualificados que temos para o exercício da docência, quer ao nível da educação escolar quer extra-escolar, e que crie condições de trabalho prestigiantes e valorizadoras da nossa profissão.

 

Esta é a razão da nossa existência e da nossa luta enquanto organizações sindicais. Contudo, a nossa força é a vossa e só a nossa unidade profissional permitirá as condições necessárias à desejada mudança.

A Direcção do SPRA

Faltas ao abrigo do Estatuto do Trabalhador-Estudante

 

 

Com a recente publicação do Estatuto da Carreira Docente na Região Autónoma dos Açores, foram introduzidas restrições ao direito de utilização de faltas ao abrigo do estatuto do trabalhador-estudante, nomeadamente com o consagrado no nº 3 do artº 81º do referido diploma: «Se o docente tiver beneficiado, especificamente para a aquisição de tal formação, de qualquer regime de faltas ou dispensas de serviço … não beneficia do disposto nos números anteriores».

Perante esta situação, tem sido levantada a questão de os docentes que se encontrem em complemento de formação não terem direito a beneficiar do consagrado no nº 1 do artº 81º, ou seja, a integração na carreira de licenciados, caso tenham beneficiado deste tipo de faltas.

O SPRA não só não aceita esta situação, como não acredita ter sido este o entendimento do legislador do Estatuto aprovado pelo DLR nº 21/2007/A. Atento aos direitos dos seus associados, o SPRA está a desenvolver junto da SREC todos os esforços para que seja reposta a justiça.

Os colegas que se encontrem nesta situação deverão entrar em contacto com o SPRA, a fim de serem desenvolvidos os procedimentos considerados convenientes.

A Direcção do SPRA

 

1 de Outubro – 37º ANIVERSÁRIO DA CGTP-IN

 
 
1 de Outubro – 37º ANIVERSÁRIO DA CGTP-IN

CDS-PP pede a demissão da ministra da Educação

Diogo Feio critica segunda metade do mandato do Governo

O líder parlamentar do CDS-PP, Diogo Feio, pediu hoje a demissão da ministra Maria de Lurdes Rodrigues devido às várias decisões do Ministério da Educação consideradas ilegais pelos tribunais. Diogo Feio recordou as decisões dos tribunais administrativos que consideraram ilegal a repetição de exames nacionais do 12º ano.

“A sra. ministra anunciou em Julho no ano passado nesta sala que a decisão tomada era justa e legal. Nem uma coisa nem outra afirmam os tribunais. De que estará à espera o sr. primeiro-ministro para dispensar de funções uma equipa ministerial cujas decisões são chumbadas de forma consecutiva pelos tribunais?”, questionou Diogo Feio.

Na sua primeira intervenção no plenário como líder parlamentar – que o presidente do partido não ouviu, já que Paulo Portas só entrou na sala durante o período dos pedidos de esclarecimento – Diogo Feio considerou que “o Governo Sócrates está hoje bem mais perto do fim do que do seu início”.

“Nesta segunda metade do mandato, o Governo aparece com menor energia, menor imaginação, menor pudor e menor noção da realidade. Até nas promessas está mais fraco”, criticou, referindo-se ao compromisso do primeiro-ministro no último debate mensal com a abertura, nas Lojas do Cidadão, do balcão “Perdi a Carteira”.

“Será que também assistiremos à abertura de balcões sucessivos como o perdi a segurança, perdi o emprego, perdi a consulta, perdi a escola, perdi a empresa, perdi anos e anos nos tribunais, tudo culminando daqui a dois anos num balcão a abrir no Largo do Rato perdi as eleições?”, questionou.

SPRA questiona SREC sobre Calendário Escolar 2006/07

“Nos últimos dias, este Sindicato foi insistentemente questionado por inúmeros associados acerca de uma informação que V. Ex.ª terá dirigido às escolas sobre o cumprimento do calendário escolar para o ano lectivo 2006/07. A referida informação parece obrigar as escolas que tenham realizado a formação do pessoal docente na semana que antecedeu o dia 11 de Setembro a cumprir o calendário integralmente sem contabilizar essa janela de formação.”

Ler o pedido de esclarecimento na integra

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