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Para salvaguarda dos seus direitos

 

Os professores seleccionados para a formação de classificadores estão a ser confrontados com a necessidade de assinarem um acordo que o GAVE, unilateralmente, redigiu.

A FENPROF considera que poderá ser celebrado um acordo, mas com algumas alterações a propor pelo designado segundo outorgante, que, no texto que lhe é apresentado, não pôde introduzir.

Assim, no momento em que o formador lhe apresentar o texto do acordo, o professor deverá escrever “tomei conhecimento” e assinar não como parte outorgante, mas apenas como parte que conheceu o texto original.

De seguida, deverá apresentar as propostas de alteração da FENPROF, em documento anexo,  que salvaguardam os professores de eventuais problemas no futuro.  

Deverá, depois, aguardar uma resposta do GAVE às suas propostas. Caso seja pressionado a assinar o texto inicial, o professor não o deverá fazer sem primeiro se dirigir ao seu Sindicato.

Pelo facto de não assinar o acordo proposto pelo GAVE, o professor não fica impedido de frequentar as acções para que foi convocado nem perderá o direito aos abonos e ajudas de custo.

 No caso de ser impedido de frequentar a acção de formação por não assinar, de imediato, o acordo apresentado pelo GAVE, deverá exigir que essa determinação lhe seja transmitida por escrito, mantendo-se no local até que tal suceda.

O Secretariado Nacional da FENPROF
17/03/2011

Contem com a luta dos professores!

     
 
 
 
   

Alarga-se adesão ao Manifesto “Investir na Educação, defender a Escola Pública”

 
 
 
Professores, trabalhadores não docentes, estudantes, pais, psicólogos educacionais e inspectores de educação convidaram outras organizações que intervêm no plano da Educação e no tecido social a juntarem-se a si na subscrição do Manifesto “Investir na Educação, Defender a Escola Pública!“.

O convite estendeu-se a organizações sociais e sindicais, associações pedagógicas e científicas, associações de estudantes, de pais e encarregados de educação, municípios e um conjunto largo de outras entidades.

Este Manifesto foi divulgado publicamente em Conferência de Imprensa realizada em 10 de Fevereiro, p.p.. Uma semana depois de tornado público, já subscreveram o Manifesto as seguintes organizações (que se divulgam por ordem alfabética):

ANDAEP (Associação Nacional de Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas), ANDE (Associação Nacional de Dirigentes Escolares), APD (Associação Portuguesa de Deficientes), APECV (Associação de Professores de Educação e Comunicação Visual), APEVT (Associação Nacional de Professores de Educação Visual e Tecnológica), ATE (Associação dos Trabalhadores de Educação), CGTP-IN (Intersindical Nacional), CNOD (Confederação Nacional das Organizações de Deficientes), FERSAP (Federação Regional de Setúbal das Associações de Pais) e USI (União dos Sindicatos Independentes).

Estas são as primeiras dez organizações, de muitas que, certamente, se juntarão a FENPROF, SPLIU, ASPL, FENEI, PRÓ-ORDEM, SEPLEU, SINAPE, SIPE, SIPPEB, CONFAP, CNIPE, DNAEESB, FNSFP, STAL, SIEE e SNP. São já 26 as organizações subscritoras de um Manifesto que, pretende-se, venha a reunir muitas dezenas de adesões institucionais e milhares de assinaturas individuais.

Subscrição online

SPRA reuniu com a SREF

Ecos na comunicação social
I, II, III

Hoje, dia 16 de Fevereiro, o Sindicato dos Professores da Região Açores esteve reunido com a Secretária Regional da Educação e Formação, Cláudia Cardoso, recentemente empossada. A matéria em discussão foi, essencialmente,  a revisão da  estrutura da Carreira Docente e as respectivas normas transitórias. A SREF manteve a contraproposta da sua antecessora, o que representa, na prática, quea esmagadora maioria dos professores e educadores chegue ao topo da sua carreira ao fim de 38 anos.

 Quanto às outras matérias (de que destacamos os horários de trabalho e a avaliação do desempenho) que o SPRA pretendeu introduzir no âmbito das alterações ao Estatuto da Carreira Docente, a SREF considerou a possibilidade de as discutir em reuniões futuras, tendo esta sido compreendida como a primeira reunião deste processo negocial, que a responsável pela pasta da Educação entendeu estar agora reiniciado.

Ficou já agendada uma segunda reunião negocial para o próximo dia 1 de Março, embora esta data esteja sujeita a confirmação por parte da tutela.

O SPRA tudo fará para que, no conjunto destas matérias, as suas preocupações, publicamente conhecidas, sejam atendidas, para bem de uma escola pública de qualidade.

Tabelas de retenção na fonte para a RAA

Tabelas de retenção na fonte para a RAA

SPRA lança campanha “Rever a Avaliação Já”

 

O Sindicato dos Professores da Região Açores considera que a abertura, por parte da Secretaria Regional da Educação e Formação (SREF), dos Concursos Interno e Externo do Pessoal Docente, para a qual este sindicato contribuiu decisivamente, com a força dos Professores e Educadores, é um forte sinal da sua importância para a estabilidade do corpo docente na Região.

O SPRA lamenta, contudo, que o número de vagas publicadas no Aviso de Abertura dos concursos seja incompreensível e significativamente abaixo das reais necessidades do sistema educativo regional e, por conseguinte, das expectativas deste sindicato, porque:

 

1. O número de vagas é de apenas 29;

2. O número de lugares a fechar é de 92;

3. Entre Janeiro e Março de 2010, deram entrada na SREF mais do que 100 pedidos de aposentação;

4. Cada professor aposentado permite a entrada de dois professores no quadro, sem aumento da despesa pública regional;

5. O Governo Regional sempre manifestou uma posição política de combate à precariedade;

6. Existem, nas Escolas Públicas dos Açores, muitos docentes contratados há mais do que 3 anos, que, se trabalhassem no sector privado, a entidade patronal teria que os integrar no quadro.

Face ao exposto, o SPRA considera que, no mínimo, seria de esperar que o número de vagas correspondesse ao número de aposentações, facto que não se verificou, o que nos permite, lamentavelmente, concluir que a SREF optou, claramente, pela manutenção de centenas de professores e educadores em regime de precariedade e que não teve em consideração o previsível acréscimo do número de alunos no Ensino Secundário, decorrente do aumento da escolaridade obrigatória para os 18 anos de idade.

No âmbito da revisão do Estatuto da Carreira Docente na Região Autónoma dos Açores, o SPRA considera urgente a discussão de matérias como a avaliação do desempenho docente e horários de trabalho. Para esse efeito, este sindicato enviou à Senhora Secretária da Educação e Formação, na passada terça-feira, um ofício, solicitando a discussão destas matérias.

A avaliação do desempenho docente, nos termos em que tem sido realizada, tem demonstrado ser um factor fortemente desestabilizador do bom funcionamento das escolas, já que inúmeros avaliadores se vêem forçados a faltar às suas próprias aulas, tendo, quando possível, que as compensar noutras horas, desregulando, assim, quer os seus horários, quer os dos seus alunos, com prejuízo da sua componente individual de trabalho, para observarem as aulas de outros professores. Acresce dizer que este modelo de avaliação concentra uma parte significativa do trabalho burocrático no mês de Julho, quando as escolas deveriam estar a preparar o lançamento do Ano Lectivo seguinte.

Assim, no âmbito da avaliação do desempenho, continuamos a propor que a avaliação ocorra apenas no final do escalão, que a observação de aulas aconteça somente quando existam indícios de práticas lectivas eventualmente menos correctas ou quando a prática docente indicie a atribuição de menção superior a Bom.

Contestamos, ainda, a avaliação anual dos docentes contratados, por constituir mais uma sobrecarga para os avaliadores, com uma produção de efeitos que não traz qualquer mais-valia para o Sistema Educativo Regional. O SPRA propõe uma avaliação bienal para os contratados com menção de Bom, transitando a menção e a pontuação do ano avaliado para o ano seguinte.

Neste contexto, o Sindicato dos Professores da Região Açores irá lançar, em todas as escolas públicas da Região, a campanha “Rever a Avaliação Já” (cartaz / flyer), através da qual se pretende, uma vez mais, dar a conhecer aos docentes as nossas propostas sobre a Avaliação do Desempenho Docente, a serem debatidas com a SREF, no âmbito do processo negocial em curso.

A outra matéria que o SPRA tenciona negociar é a dos horários de trabalho, nomeadamente, no que diz respeito aos horários da Educação Pré-Escolar e do 1.º Ciclo do Ensino Básico e ao elevado número de horas que os docentes, em geral, passam na escola para além do seu horário de estabelecimento.

Ainda no âmbito dos horários de trabalho, o SPRA contesta o Despacho n.º 2237/2011, do Gabinete do Secretário de Estado Adjunto e da Educação, uma vez que centra todo o processo de classificação e reapreciação dos exames nacionais nos meses de Julho e Agosto. O referido Despacho do Ministério da Educação constitui uma incompreensível sobrecarga dos professores do Ensino Secundário, não só pela ausência de pagamento das correcções e reapreciações, como também por pôr em causa os períodos de férias dos professores, alunos e encarregados de educação.

Ponta Delgada, 07 de Fevereiro de 2011

A DIRECÇÃO

O concurso das “vagas negativas”!

 

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O Sindicato dos Professores da Região Açores considera que a abertura, por parte da SREF, dos Concursos Interno e Externo do Pessoal Docente, para a qual este sindicato contribuiu decisivamente, com a força dos Professores e Educadores, é um forte sinal da sua importância para a estabilidade do corpo docente na Região.

O SPRA lamenta, contudo, que o número de vagas publicadas no Aviso de Abertura dos concursos seja incompreensível e significativamente abaixo das reais necessidades do sistema educativo regional e, por conseguinte, das expectativas deste sindicato, porque:

1. O número de vagas é de apenas 29;

2. O número de lugares a fechar é de 92;

3. Entre Janeiro e Março de 2010, deram entrada na SREF mais do que 100 pedidos de aposentação;

4. Cada professor aposentado permite a entrada de dois professores no quadro, sem aumento da despesa pública regional;

5. O Governo Regional sempre manifestou uma posição política de combate à precariedade;

6. Existem, nas Escolas Públicas dos Açores, muitos docentes contratados há mais do que 3 anos, que, se trabalhassem no sector privado, a entidade patronal teria que os integrar no quadro.

Face ao exposto, o SPRA considera que, no mínimo, seria de esperar que o número de vagas correspondesse ao número de aposentações, facto que não se verificou, o que nos permite, lamentavelmente, concluir que a SREF optou, claramente, pela manutenção de centenas de professores e educadores em regime de precariedade e que não teve em consideração o previsível acréscimo do número de alunos no Ensino Secundário, decorrente do aumento da escolaridade obrigatória para os 18 anos de idade.

Ponta Delgada, 04 de Fevereiro de 2011

A DIRECÇÃO

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