InícioAcção Sindical100 000 na Marcha da Indignação posssibilitaram Vitória dos Professores

100 000 na Marcha da Indignação posssibilitaram Vitória dos Professores

 
 

 

Ecos na Comunicação Social
(fontes RTPN RTP SIC)
VALE A PENA LUTAR!

 
REUNIÃO LONGA CONSAGRA REIVINDICAÇÕES DOS PROFESSORES
 

 

Mais de oito horas de reunião (17H30 / 01H30) levaram o Ministério da Educação a aceitar a contra-proposta da Plataforma para a Avaliação do Desempenho (incluindo a abertura de processo de revisão da legislação sobre esta matéria em Junho/Julho de 2009) e para a definição da componente não lectiva individual do horário de trabalho, entre outras matérias.

Fica claro para todos que a Marcha de 8 de Março, onde mais de 100.000 Professores se uniram em defesa da sua profissão, foi decisiva para que o ME se voltasse a sentar para negociar.

Memorando de entendimento entre o ME e os Sindicatos

 

 

Mário Nogueira lembra que ainda há divergências de fundo

Em entrevista à RTPN, na tarde de sábado, o dirigente da Plataforma Sindical de professores voltou a congratular-se com o entendimento alcançado, mas lembrou também que persistem divergências de fundo entre docentes e tutela.

Mário Nogueira não descartou a possibilidade de os professores retomarem os protestos em Setembro. Isto se não se verificar convergência de posições quanto à gestão escolar e ao estatuto da carreira docente.

O dirigente sindical garantiu, ainda, que os sindicatos actuaram em prol dos alunos.

“Nós quisemos salvar o terceiro período. Foi isso que dissemos. Não quisemos salvar esta equipa ministerial”, disse Mário Nogueira. “Aquilo que foi a nossa preocupação, com este entendimento – e é assim que o designamos -, foi precisamente tentar salvar, em nome dos alunos e da estabilidade do funcionamento das escolas, o terceiro período lectivo”.

“O estatuto da carreira docente, a divisão dos professores em categorias, a prova de ingresso, a questão da gestão escolar, a legislação sobre educação especial, o encerramento de escolas sem critério e sem respeito pela vontade das populações, nada disso mudou, na nossa opinião”, enfatizou.

“A nossa crítica é absoluta e rigorosamente a mesma”.

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